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segunda-feira, 10 de junho de 2013

26 DE JUNHO – DIA INTERNACIONAL DE APOIO ÁS VÍTIMAS DA TORTURA


   Comemora-se em 26 de junho o vigésimo-sexto ano da Convenção das Nações Unidas contra a tortura.

Recentemente, a Secretária Geral do Conselho de Reabilitação das Vítimas da Tortura, Brita Sydof, em sua sede na Dinamarca, Copenhague, afirmou que tal reabilitação é necessária e é um direito; as pessoas que foram vítimas de tortura e sobreviveram precisam de uma reabilitação condigna, com amparo de serviços médicos, apoio psicológico , apoio jurídico e também e muitas vezes financeiro. .

Relembrou os acontecimentos com as ditaduras da América Latina, Argentina, Chile,Brasil, da Sérvia, Irlanda, Turquia, Croácia, dentre outras, já, felizmente, superadas, mas que ainda persiste em paises da África, República do Congo etc.

Em nossas plagas vimos desenvolvendo tarefas com o mesmo propósito, isto é, revolver os arquivos do chamado “anos de chumbo a partir de 1964”, entrevistando aqueles brasileiros chamados de “terroristas”, sobreviventes da tortura, os desaparecidos e mortos e apontar o nome dos agentes torturadores do poder dominante, com a instalação e o trabalho da Comissão Nacional da Verdade.

Como nos recorda Catherine Ashton, a Baronesa Ashton, nascida em 20.03.1956, em Upholland, Reino Unido, política trabalhista, atualmente líder na Câmara dos Lordes:

“A tortura não é só degradante para as vítimas, mas é também degradante para os que a praticam e para as sociedades que toleram essa atrocidade.A proibição absoluta da tortura e das penas com tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes encontra-se estabelecida inequivocamente nos princípios do direito internacional.”

Amigos: Tortura nunca mais!

O Monumento Tortura Nunca Mais é um monumento localizado na praça Padre Henrique, à Rua da Aurora, cidade do Recife, Pernambuco, Brasil. Foi o primeiro monumento construído no país em homenagem aos mortos e desaparecidos políticos brasileiros1 . Ele foi concebido pelo arquiteto piauiense Demetrio Albuquerque.

sexta-feira, 15 de março de 2013

DOM JOÃO NEPOMUCENO NEWMANN – PRIMEIRO SANTO NORTE-AMERICANO

Pesquisando as magníficas obras da Biblioteca Nacional, deparamos com uma interessante para este sãojoanense que há mais de 40 anos vive na Cidade Maravilhosa. Trata-se do livro “Dom João Nepomuceno Neumann – lo. Santo norte-americano e 4º. Santo Redentorista”, autoria do Pd. Alfeo Prandel, CSSR,, Ed. Santuário, 1977, Aparecida, São Paulo, referencia IV, ref. 388,2 ,39. Como a publicação menciona a nossa terra, vai aqui uma condensação daquele compêndio.

Salientamos que se trata de um santo homônimo de S. João Nepomuceno. Se os conterrâneos já conhecerem o personagem, não custa, no entanto, reavivar a memória.

Nasceu em 28 de março de 1811, sexta-feira santa, em Prachatitiz, Viena, filho de Felipe e Alice Newmann: os pais escolheram o nome João Nepomuceno em honra do mártir da Boemia. (A propósito, cronologicamente é denominada Boemia a partir do ano 924; em 1430, após a guerra dos hussitas, é território Tcheco-Boemia ; em 1918 há a proclamação da Independência da República Checoslovaca; de 1945 a 1993, há a divisão do país com a criação da República Checa.).

João Nepomuceno Newmann vive sua infância e adolescência no período das conquistas napoleônicas, com as conturbadas manifestações européias que a história nos revela.É dado à leitura desde os oito anos, tanto que sua mãe o chamava de “traça dos livros”. Estudou na cidade Budweiss, no Ginásio dos Padres Piaristas. Tem talento nato para a botânica, astronomia e línguas. Falava oito idiomas e aprendeu francês, italiano e inglês sozinho. Em março de 1820 viajou para Munique, de lá para a França; dali partiu para a América do Norte, no vapor “Europe” , desembarcando em Nova Iorque em l de junho de 1836, “... com sapatos furados, roupa em mau estado e um dólar no bolso...”, sendo acolhido pelo bispo daquela cidade americana. É ordenado padre em 25 de junho de 1836, com 25 anos; reza sua primeira missa em 26 de junho, na Igreja S. Nicolau, dando a primeira comunhão ao grupo de crianças que ajudou a preparar para a cerimônia.




Há um capítulo que descreve as agruras do padre pelas diversas dioceses em que trabalhou nas terras de Tio Sam; sofreu preconceitos de anticatólicos americanos, foi ridicularizado e mal entendido. Mas não esmoreceu.

Suas obras nos Estados Unidos : construiu uma catedral, 80 igrejas, dentre elas uma dedicada ao nosso padroeiro São João Nepomuceno, em Swormville; introduziu a “Adoração das Quarenta Horas”; fundou a Congregação das Irmãs; organizou o primeiro sistema de escolas paroquiais. Difundiu a fé e os ensinamentos da religião católica.

Morreu em 5 de janeiro de 1860, então bispo, em Filadélfia. Seus restos mortais jazem na Igreja Redentorista de S. Pedro, naquela cidade, entre a Rua 5 e Avenida Girard, hoje, centro de orações e peregrinações. Dentre seus milagres, conta-se a cura de uma menina em Milão, Itália, já desenganada pelos médicos; a cura de um professor de música, na Pensilvânia, que milagrosamente, recuperou a saúde por intercessão de João Nepomuceno Newmann, após desastre de carro em 8 de junho de 1949. Com base na sua vida e nesses episódios, dentre outros, foi canonizado em em 19 de julho de 1977,pelo Papa Paulo VI.

É comemorado no dia 5 de janeiro.

O autor conclui a obra assim:

“João Nepomuceno Newmann foi chamado “padre” até as fronteiras do Niágara; “bispo” na cidade de Filadélfia e, agora, “santo” no mundo católico”.

domingo, 22 de maio de 2011

GUIDO THOMAZ MARLIERE – O APÓSTOLO DA SELVA MINEIRA


São tantos os emigrantes que vieram para nossas plagas e que ajudaram a tornar este país o esplendor do que é hoje; esta é a vida de mais um que trabalhou com afinco e deixou seu nome gravado nos anais da história.
Guido Thomaz Marliére nasceu em 1767, na Província de Marche, Jarnage, França. Sua família era monarquista; encaminhou-o aos estudos e graduou-se em filosofia e humanidade. Aos 18 anos ingressou no exército francês.
Em 1789 Marliére sobreviveu aos embates da Revolução Francesa que depôs Luiz XVI; vencido seu exército pelas forças revolucionárias, viajou para a Alemanha e integrou a chamada Legião Realista do Visconde Mirabeau, constituída por imigrantes; o exército dos emigrantes foi derrotado pelo Imperador Napoleão; Marliére e seus contemporâneos foram transferidos para a Inglaterra e depois para Portugal, em 1797, passando então a defender o território lusitano. Em 1787 passou a Alferes. A Família Real Portuguesa transfere-se para o Brasil, 1807/1808, juntamente com forças militares, e Marliére também veio na ocasião, já no posto de Tenente.
Nesse tempo, acusado de traidor por elementos que dele tinham inveja e que faziam parte da Corte Portuguesa, foi preso, em Vila Rica e trancafiado nas celas do Rio de Janeiro; as acusações eram infundadas e depois de um ano foi libertado.
Em 1813 comanda um batalhão enviado para pacificar o então Presídio de São João Batista, hoje Visconde do Rio Branco, Minas Gerais; consegue apaziguar as tribos kopós e puris; ensina-lhes o idioma e a cultura da civilização européia então em vigor.
Com seus soldados ingressa nas florestas virgens da região, chegando por Jaquitinhonha, Rio Pomba, Vale do Rio Doce, até encontrar os rios Mucuri e São Mateus, região dominada por índios antropófagos. Apazigua os selvagens daquele lugar, sem uso da força e da estratégia belicosa, dedicando aos selváticos, juntamente com seus soldados comandados o amor, a solidariedade, ensinando-lhes os costumes e a cultura da civilização; aprende os idiomas dos naturais da região.
Sua tarefa civilizadora atinge outras tribos, a saber: Malalis, manhuaçus, quejaurins, macachalis e outras mais. Daí resultou os aldeamentos e povoados, já com população que emigrou da Europa, surgindo Guidoval, Visconde do Rio Branco, Guiricema, Cataguases, Muriaé, Mirai, Astolfo Dutra etc. Na época é nomeado Diretor Geral dos Índios pelas autoridades sediadas no Rio de Janeiro.
Marliére prosseguiu paralelamente com as atividades militares a estudar e aprofundar-se na literatura, falando seu idioma natal, francês, alemão, italiano, inglês e as línguas portuguesa e dos tapuias e dos tupis.
Em 1827, é reformado como Coronel e deixa o exército.
Continua seu trabalho nas povoações onde fixou sua residência com sua família; escrevia para o jornal de Vila Rica, “O Universal”, estuda e pratica os princípios da ecologia, defende o meio ambiente, a vida dos selvagens e dos escravos. Distribuía aos agricultores sementes de cereais e principalmente café, hoje umas riquezas comerciais e de exportação da nossa economia, Funda escolas, igrejas, participa da abertura de estradas, e lança as bases da loja maçônica “Mineiros Reunidos”, sediada em Vila Rica.
Levava uma vida simples formando uma família exemplar.
Falece em sua casa, em Guidoval, antigo Sapé de Ubá, em 5 de junho de 1836, sendo enterrado sentado, segundo os costumes dos indígenas, mas toda população regional lhe rendeu as mais sinceras homenagens pelo trabalho ingente, profundo, constante e profícuo para o território das Minas Gerais.
Desde a época colonizadora a “nossa história e nossas fronteiras são marcadas pela ação das espadas e baionetas”, com a expulsão dos indios, enxotados para nordeste e o norte do nosso país, utilizando a mão de obra escrava, tiranizada e subjugada, trazida da África ( política de escravatura também rechaçada por Marliére ) como aprendemos nos bancos escolares; sobressaiam os privilégios e o preconceito (naquela época; e hoje ?!) .
Marliére, contudo, procurou amenizar as condições comunitárias do seu tempo.

“Manda a justiça da História que ao intrépido, desinteressado e profético Marliére, ao precursor de duas raças (índios e escravos) se reservem também os louros e as palmas da gratidão nacional.”

(in “Guido Thomaz Marliére - O Apóstolo das Selvas Mineiras”, Ed. 1914, Imprensa Oficial de MG, Afrânio de Mello Franco)

METEORITO de SÃO JOÃO NEPOMUCENO

Visitando o Museu Nacional da UFRJ, sediado na Quinta da Boa Vista, S. Cristóvão, RJ, deparamos na sala de exposição de meteoritos, no 2º. Pavimento, dentre muitos encontrados no Brasil, a metade de um, na vitrine, com a seguinte inscrição: “São João Nepomuceno (?)”.

A grande maioria das amostras dos meteoritos consta dos catálogos à disposição dos visitantes, com suas características, a saber: peso, estrutura, composição mineral, quando, como e onde foi encontrado em terra e em que época foi entregue ao museu.

A propósito, “meteorito”, segundo o “Aurélio”,vem a ser “o meteoróide qu cai na superfície da terra depois de ter produzido meteoro”; o Dicionário Kougan-Larousse, de Antonio Houaiss , assim define: “objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário e que atinge a terra sem estar completamente vaporizado.”

O de São João Nepomuceno ainda é um mistério parcial para tantos que se dedicam ao estudo do cosmo, da geologia e ciências afins, aqui no Brasil e nos Estados Unidos.

Com efeito, em contato a Professora Elizabeth Zacolatto, que trabalha naquele museu, ficamos sabendo que o meteorito foi entregue naquela instituição em janeiro de 1960 pelo Dr. Silvio Fróes de Abreu, geólogo, pesquisador, infelizmente já falecido, sem,, no entanto, precisar em que circunstâncias o meteorito foi encontrado na cidade de São João Nepomuceno.

A despeito da falta dessa dado, o material foi objeto deestudo, chegando=se à seguinte conclusão resumidamente: o meteorito tem cerca de 15 kg, e, em 1973, foi dividido em duas partes, e metade foi remetida para Washington, Estados Unidos, ao SMITHSONIAN INSTITUTION,onde foi percucientemente examinado pelos seus técnicos e cujas características geológicas e cosmológicas constam do Catálogo do Smithsonian Institution e do Catálogo do Museu Histórico de Londres, sob o título:”Catalogue of Meteorites = São João Nepomuceno, Minas Gerais, Brasil”.

E mais: no período de 2 a 6 de agosto de 2004, deu=se aqui no Rio de Janeiro o 67º. Encontro Anual da Sociedade de Estudos de Meteoritos, e a Profa. Elizabeth apresentou seu trabalho aos cientistas presentes inteiramente focado no “nosso” meteorito. Sua curiosidade, agora, já que a ela nos identificamos, como o meteorito chegou às mãos do dr. Abreu.

Por conseguinte, é nosso intuito e no interesse da ciência e da cultura saber de algum dos nossos conterrâneos, ainda que não residentes em São João Nepomuceno, tem algum conhecimento do assunto,para que passemos esses dados ao Museu Nacional, vale dizer, quando o Dr.Abreu esteve na “garbosa”, em que circunstâncias o objeto foi localizado, e em que vizinhança da nossa cidade? Os dados podem ser encaminhados ao nosso e-mail: tjosebambno@yahoo. com.br.

Ficamos aguardando e agradecemos o empenho dos nossos leitores.

Casamento

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Tulio Americano

Tulio Americano

CUIDE de seu Pai

Cuide do seu Pai pois ele viveu e vive para você.
Cuide de seu Pai como um filho pois foi assim que ele cuida até hoje de você.
Cuide de seu Pai por gratidão.
Cuide do seu Pai pois mesmo diante de todos os erros cometidos, a intenção dele foi acertar.
Cuide de seu Pai i pois ele está idoso e precisa de você.
Cuide de seu Pai com carinho.
Cuide de seu Pai para se interessar por ele e pela vida dele.
Cuide de seu Pai pois ele é seu Pai e deve respeitá-lo acima de todas as coisas.
Cuide de seu Pai para zelar do futuro dele com você.
Cuide do seu Pai pois chegou a hora de assumir a responsabilidade de dar atenção para ele.
Cuide de seu Pai pois ele é o cara que mais te ama no mundo.
Cuide de seu Pai simplesmente.....por amor!